Baby 1, Baby 2 & Baby 3.
sexta-feira, 6 de abril de 2018
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
O outro lado do sonho.
Viver no estrangeiro é uma experiência espantosa.
Enriquece-nos muito enquanto seres humanos, torna-nos mais fortes, resistentes
e sábios. E vale a pena.
Mas também é muito duro. A tristeza e angústia, quando
chegam, são mais avassaladoras. Não temos os lugares especiais e os ombros
amigos onde nos costumávamos socorrer, fosse para grandes desilusões, ou para
meros imprevistos do dia-a-dia. Não temos para onde fugir ou nos esconder.
E isto não é sobre os EUA. Os EUA são
incriveis. Sim, são. Muito melhor do que esperava. Isto é sobre lidarmos com
problemas, sem a nossa rede de apoio e as nossas referências.
Viver no estrangeiro é uma experiência fantástica. Os dias
bons são maiores, mas os dias maus são tão mais dificeis, e não só aprendemos a
viver num novo contexto, mas aprendemos muito sobre nós.
E isso pode ser tão áspero como revitalizante , não é só
um novo país, é tudo um novo mundo interior.
domingo, 14 de janeiro de 2018
Cada um com a sua especialidade.
Sobre o feriado de amanhã.
Eu: "Quem foi Martin Luther King?"
Ela: "Um senhor que queria que todas as crianças do mundo, de todas as cores de pele, pudessem brincar juntas e em paz. E estava sempre a dizer 'Eu tenho um sonho'!".
Ele: "É o nome do feriado de amanhã. (...) Vá lá Mãe, ela por acaso sabe alguma coisa sobre penalties?"
sábado, 13 de janeiro de 2018
Saber delegar.
"Mamã, hoje depois de cantarmos o hino, tivemos de decidir um objectivo para 2018, relacionado com as tarefas de casa, e não nos podemos esquecer dele ao longo do ano!"
- "Boa! O que decidiste?"
- "Que te irei ajudar sempre com o jantar."
- "E como vais fazer para nunca te esqueceres de cumprir a tua tarefa?"
- "Tu ficas com a tarefa de me lembrar disso!"
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Bolo saudável de Banana e Nozes
2 bananas
1 iogurte grego
2 ovos
3/4 cup farinha de arroz
1/3 cup farinha de aveia
1 tsp fermento
1 tsp bicarbonato de sódio
1/2 cup adoçante granulado (usei Stevia)
2 tc.s. mel
1 c.s. canela
1/2 cup nozes
Misturar tudo e levar ao forno pré-aquecido.
Bom apetite.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
Exacerbar a vivência americana.
- "Eu sou uma pessoa. Eu tenho os meus direitos."
É a resposta que agora me dá, a tudo o que lhe peço.
Parece-me que está a levar o "sonho americano" demasiado a peito.
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
Aos que desconheço o nome, mas não esqueço a grandeza.
O dia 09 de Janeiro de 2017 foi um dia dilacerante. Além da mágoa, carrego desse dia uma culpa, a de não ter ainda exposto a minha imensa gratidão para com aqueles que desconheço o nome, mas não esquecerei nunca a grandeza.
A vida sabe o que faz, e mesmo quando a nossa razão desconhece a razão que a vida tem, o tempo encarrega-se de, mais tarde, clarificar essa névoa. E existem sustos que nos servem para passarmos a ver melhor.
Precisamente há um ano atrás, quis a vida que eu amargasse. Entre a penumbra em que o meu corpo se enfiava, e a quase inconsciência dos meus sentidos, o amparo possível chegou através daqueles que gratuitamente praticam o bem, aqueles que sacrificam o seu tempo, as suas famílias, para tratar dos outros. Aqueles que quase nos parecem sumidos quando deles não precisamos, que quando estamos no nosso conformismo confortável apenas ilustram as histórias para dormir, ou participam no rol dos heróis que as nossas crianças almejam ser. Aqueles que para a maioria de nós, e dos dias, nos são transparentes e, naquele minuto de caos que transforma a nossa vida, eles se dão, por ela, por nós. Os bombeiros.
Hoje continuo sem saber como se chamam, se são artistas, se são estudantes, se são pais, se são só filhos, se são dextros ou canhotos. Não sei nada. Mas sei de cor o calor das mãos que me secaram lágrimas, dos braços que me cobriram com mantas, da agilidade com que contornaram procedimentos para me aliviar da dor, dos olhos que me fixaram e acompanharam, durante uma viagem que parecia interminável. No hospital foram a familia (que, naquele momento, eu não quis assustar, nem preocupar), que não me deixou até ao final da linha.
Ainda hoje não sei os seus nomes. Os dias passaram, entretanto a vida requisitou-me para outras exigências e desafios, e o meu agradecimento foi-se adiando. Sei que, para eles, fui mais uma ocorrência, ainda assim, não foi por ser mais uma cena repetida no seu dia, que deixaram de ser extraordinariamente grandiosos no exercício das suas funções. Guardo a vergonha de não ter voltado para agradecer, mas garanto que vos enobreço com a gravação da vossa imagem, para sempre, no meu coração.
Obrigada Bombeiros Voluntários.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Perspectivas de frio.
Portugal, 3°C: "Filhos, vistam as camisolas, meias de lã, blusões, cachecois, gorros! Está um gelo na rua!"
USA, 3°C: "Filhos, podem deixar os casacos em casa. Está tão bom lá fora!"
domingo, 7 de janeiro de 2018
Amor e desenhos.
Se há coisa que gostamos de fazer juntos, e nos acalma muito, é desenhar em conjunto.
A melhor terapia para birras ou mau tempo. 
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Vem por bem, 2018.
Descrever ou resumir 2017? É-me dificil.
Para mim, 2017 começou em Setembro de 2016 e prevejo que ainda se mantenha no inicio de 2018. Foi o periodo que concentrou o maior número de imprevistos, obstáculos e perdas, que me recordo.
Mas não o quero guardar com rancor. Agradeço-lhe a saúde dos meus filhos, as várias viagens, e toda a frente boa da experiência USA.
Não faço planos para 2018.
Que venha por bem, e lhe prometo, que a minha parte eu honrarei.
Para mim, 2017 começou em Setembro de 2016 e prevejo que ainda se mantenha no inicio de 2018. Foi o periodo que concentrou o maior número de imprevistos, obstáculos e perdas, que me recordo.
Mas não o quero guardar com rancor. Agradeço-lhe a saúde dos meus filhos, as várias viagens, e toda a frente boa da experiência USA.
Não faço planos para 2018.
Que venha por bem, e lhe prometo, que a minha parte eu honrarei.
Bom ano a todos!
Promessas do gelo.
Estrelas do gelo em ascensão.
O Pai é pro.
Os filhos tiveram uma estreia notável.
A mãe teve o melhor desempenho. Conseguiu preservar meio coccix.
O Pai é pro.
Os filhos tiveram uma estreia notável.
A mãe teve o melhor desempenho. Conseguiu preservar meio coccix.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
Obrigada.
Obrigada.
Não por ser Natal. Mas por ser urgente destacar o que é especial.
Obrigada a todos que, nos últimos dias nos têm dado o seu tempo. Tempo para escreverem, desenharem, ligarem, para esperarem na fila dos correios. Tempo para descreverem o que por aí se passa, por pedirem opiniões, por darem sugestões, por quererem saber e até fazerem acontecer. Existem dias em que não parece que somos a única familia portuguesa em St.Louis, pois a presença de tantos que nos são queridos, faz-se sentir em tantos momentos.
Este mês de Dezembro não é igual aos outros. Muitas coisas boas, outras menos boas. Obrigada a todos que se mantêm presente, dá trabalho e custa tempo, mas não há melhor presente que a presença.
Obrigada.
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Aquela coisa da idade.
Aquela coisa da idade.
- "Mas mãe, como é que tu sabes fazer aquele passe de bola?"
- "Filho, eu fiz parte da equipa mista de futebol da minha escola, joguei muito!"
- "Ok, ok... Mas há aquela coisa da idade, mãe, podias já não saber...".
Depois disto merece ficar sem PlayStation durante três meses. No mínimo.
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Thanksgiving
Thanksgiving.
Sobrevivi a esta prova. Ao contrário do Halloween que promove o convivio na comunidade, o Thanksgiving é mais virado para a familia, para o interior dos lares. As janelas das casas deixam trespassar os aromas de uma mesa cheia, e o volume de carros estacionados à porta denuncia reuniões de avós, pais e filhos. Fizemos o nosso Thanksgiving, assámos o perú, jogámos e passeámos. Mantivemos-nos ocupados e juntos, e celebrámos as nossas graças.
Afinal é disso mesmo que se trata, gratidão pelo que se tem, o resto, vai-se aprendendo a encaixar.
Sobrevivi a esta prova. Ao contrário do Halloween que promove o convivio na comunidade, o Thanksgiving é mais virado para a familia, para o interior dos lares. As janelas das casas deixam trespassar os aromas de uma mesa cheia, e o volume de carros estacionados à porta denuncia reuniões de avós, pais e filhos. Fizemos o nosso Thanksgiving, assámos o perú, jogámos e passeámos. Mantivemos-nos ocupados e juntos, e celebrámos as nossas graças.
Afinal é disso mesmo que se trata, gratidão pelo que se tem, o resto, vai-se aprendendo a encaixar.
Thanksgiving is over. Now let's jump into Xmas mood!
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
À árvore da vergonha.
Quando, ainda em Portugal, falávamos sobre novos amigos, nova escola, novas experiências, a MT dizia-me que, por não saber falar inglês, nem conhecer ninguém, iria procurar uma árvore, encostar-se nela e não falaria com ninguém. Reconheci-lhe logo o feitio torcido, mas igualmente a sua doçura e destreza inata, para conquistar pessoas. Talvez fosse apenas o meu desejo de mãe a querer antecipar-lhe o conforto, mas consegui visualizá-la na árvore, porém rodeada de amigos, purpurinas nas mãos e unicórnios fingidos no ar.
Passaram três meses de novo país, cerca de dois meses de nova escola. Entra no carro de sorriso rasgado, cheia de planos para o seu “playdate”, com uma das sua novas amigas.
Acho que a árvore da vergonha, afinal, vai sentir a sua falta.
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Uma doçura de Halloween.
O Halloween nunca me seduziu. Sou das poucas pessoas que não passou parte da adolescência a ver filmes de terror, e a vibrar com a adrenalina do medo. Sou do clube da paz, tranquilidade e alegria. Vá, confesso que vi o "Entrevista com o Vampiro", mas aí valores mais Brad elevados Pitt se impunham, se é que me faço entender. Mas terá sido o mais longe que fui na senda do sombrio.
Não muito tempo depois de termos chegado aos EUA, as montras cobriram-se de, ora abóboras sinistras, ora caveiras sangrentas. Sabia que dificilmente me seduziriam, e a minha veia mais consumista estaria perfeitamente protegida. Era esperar que passasse.
Entretanto a minha rua começou, gradualmente, a iluminar-se à noite. As decorações tão criativas, algumas interactivas começaram a despertar-me alguma curiosidade. Penso mesmo que, até mais do que os artefactos em si, era ver o brio e empenho que a comunidade incutia no décor de cada casa, loja e rua. Depois, começaram a chegar os trabalhos escolares relacionados com a temática, os convites para actividades familiares e, naturalmente, não me interessaria privar as crianças destes momentos de interação social. Sou muito devota ao meu país, mas também sou defensora de que, em país (ou mesmo casa) alheio, devemos ter a educação de respeitar as suas tradições e, dentro do possível, esforçarmos-nos por nos integrar nas mesmas (assim não vão estas contra os nossos principios).
O mês de Outubro estava prestes a terminar, e já eu tinha dois fantasmas à entrada de casa. T-.shirts decoradas. Bolachas no forno, sob a forma de esqueletos.
Halloween -1, Mãe - 0. Certo.
No dia 31, toda a comunidade se preparava para a grande noite. As crianças chegaram da escola e saltaram lanche, desenhos animados e bolas, para se comporem para a efeméride. Cada um com o seu disfarce preferido, afinal nem só de bruxas e zombies conta a história do Halloween americano, é uma festa de máscaras, e todas são bem-vindas. Os baldes de Treats preparados para adoçar os sustos que nos batessem à porta. As piadas decoradas para quem lhes pedisse um Trick. As luzes da entrada ligaram-se, código de consentimento em como estaríamos disponíveis para a festa.
Às 18h30, saímos para a rua. O bairro enchia-se de crianças que batiam às portas, enquanto os pais, sem enterferir na sua missão de colecionar doces, as vigiavam, uns metros atrás. Os vizinhos vinham para os jardins, acendiam fogueiras para acolher as crianças com mais luz e calor. E assim começava, no bairro, um desfile de máscaras, luzes, música mas, sobretudo, de convívio. Os mais idosos (muitas vezes já a morar sozinhos), eram os que mais empenho demonstravam na recepção, como que se esperassem há muito, na sua solidão, por este momento de alegria e partilha com a frescura infantil, talvez já esquecida. Faziam perguntas, elogiavam as máscaras, mostravam a bonecada interactiva, numa tentativa de fazer perdurar aquele momento de convívio, e finalizavam com a retribuição em doces, canetas e autocolantes. Despediam-se, com olhos abrilhantados por uma denunciada saudade do passado.
O passeio pelo nosso bairro continuava e o "Trick or Treat" dava lugar às apresentações e às boas-vindas ao bairro. Ao mesmo tempo que as crianças queriam andar pela rua a explorar a animação de cada casa, também ansiavam por voltar à sua, e experimentar o lado de dentro da porta, o de receber a visita e retribuir com o melhor que conseguiram colocar em cada saco, que prepararam para a ocasião.
Por volta das 22h, as luzes das entradas de casa apagaram-se e a música parou. As pinturas faciais eram limpas, e os disfarces davam lugar aos pijamas. Na mesa de cabeçeira, um cesto-abóbora repleto de doçuras e brindes, de uma noite de diversão, há cerca de um mês a ser celebrada. Uma espécie de Natal anunciado.
As abóboras recortadas vão então servir de alimento aos animais, os fantasmas voltaram a dormir na garagem. As luzes vão agora dar lugar a outras. O sentimento de consumismo despropositado, de celebrações tontas sem propósito ou tradição, foi aqui arrumado e deu lugar ao carinho por uma festa que celebra, sobretudo, o convívio comunitário e onde, cada um, dá o seu melhor para adoçar o próximo.
Aprendi, uma vez mais, que não devemos julgar o que desconhecemos. Podemos não apreciar, mas nunca devemos julgar, sem experimentar. Basta, muitas vezes, mudar o cenário das nossas vidas, para que o enredo faça sentido.
Posso, agora em jeito de uma nova verdade para mim, dizer que foi uma doçura de Halloween.
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Dezena da minha Vida.
Hoje, neste marco importante das nossas vidas, tenho a dizer-te, meu filho:
- Agora que já não prestas atenção ao que te digo, eu gosto de ti;
- Agora que aumentas o volume do Michael (Jackson), para teres a desculpa de não me ouvires, eu gosto de ti;
- Agora que ainda me dás a face para receber o beijinho da despedida, mas já não retribuis com o teu, gosto de ti;
- Agora que chegas à mesa e só desdenhas o jantar que passei horas a fazer, gosto de ti;
- Agora que fazes eco das minhas repreensões e danças quando viro costas (sim, as mães sabem sempre o que se passa, mesmo de costas), gosto de ti.
Sei que acabaste de entrar numa fase exigente para ti, que tentas testar limites, desafiar regras e, sobretudo, tentas impor a tua dezena de vida e os direitos adquiridos. Isso pode, muitas vezes, transformar-me num dinossauro aterrador, num Hulk intragável e no pior dos goblins dos teus jogos mas, adivinha meu Amor, mesmo nos nossos mais dificeis desafios, eu gosto de ti. E cada dia gosto mais. É o super poder das mães, o irrevogavel e incondicional poder de amar.
Força para esta nova era. Vou estar sempre aqui, e sempre a gostar cada vez mais de ti.
Mãe.
- Agora que já não prestas atenção ao que te digo, eu gosto de ti;
- Agora que aumentas o volume do Michael (Jackson), para teres a desculpa de não me ouvires, eu gosto de ti;
- Agora que ainda me dás a face para receber o beijinho da despedida, mas já não retribuis com o teu, gosto de ti;
- Agora que chegas à mesa e só desdenhas o jantar que passei horas a fazer, gosto de ti;
- Agora que fazes eco das minhas repreensões e danças quando viro costas (sim, as mães sabem sempre o que se passa, mesmo de costas), gosto de ti.
Sei que acabaste de entrar numa fase exigente para ti, que tentas testar limites, desafiar regras e, sobretudo, tentas impor a tua dezena de vida e os direitos adquiridos. Isso pode, muitas vezes, transformar-me num dinossauro aterrador, num Hulk intragável e no pior dos goblins dos teus jogos mas, adivinha meu Amor, mesmo nos nossos mais dificeis desafios, eu gosto de ti. E cada dia gosto mais. É o super poder das mães, o irrevogavel e incondicional poder de amar.
Força para esta nova era. Vou estar sempre aqui, e sempre a gostar cada vez mais de ti.
Mãe.
sábado, 23 de setembro de 2017
7. De amor cor-de-rosa.
Parabéns minha querida.
E obrigada.
O aniversário foi teu, mas foste tu quem me presenteou. A tua frescura, alegria e doçura, neste dia em que o coração chamava mais pela saudade. A festa habitual cheia de familia e amigos, não aconteceu. E sei que as supresas improvisadas, que já não esperavas, te deixaram feliz, ainda que não disfarcem a memória das rotinas deste dia. A vida é assim, meu Amor, quase sempre imperfeita ou incompleta, mas carregada de muitos pequenos momentos perfeitos.
A tua súmula "I love you more and more", para um dia bonito mas incompleto, foi o meu presente, neste dia que é teu.
E eu amo-te mais. E mais. E mais.
Mamã.
E obrigada.
O aniversário foi teu, mas foste tu quem me presenteou. A tua frescura, alegria e doçura, neste dia em que o coração chamava mais pela saudade. A festa habitual cheia de familia e amigos, não aconteceu. E sei que as supresas improvisadas, que já não esperavas, te deixaram feliz, ainda que não disfarcem a memória das rotinas deste dia. A vida é assim, meu Amor, quase sempre imperfeita ou incompleta, mas carregada de muitos pequenos momentos perfeitos.
A tua súmula "I love you more and more", para um dia bonito mas incompleto, foi o meu presente, neste dia que é teu.
E eu amo-te mais. E mais. E mais.
Mamã.
terça-feira, 8 de agosto de 2017
Às vezes, mudar de vida.
Fomos só ali aos EUA, morar durante uma temporada. Já voltamos, sim?
*Sabemos que não nos despedimos, mas assim é melhor. Guardem os abraços e os beijinhos que ficaram por dar, para quando for para aí voltar. Os reencontros sabem bem melhor que as despedidas!
Até já!
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
9 anos, de meu Rapaz.
O amor arrebatou-me. Assim chegou o meu rapaz, arrebatador.
Sei-o de cor, como ele sabe o meu amor.
É cada vez mais seu, e do mundo que o espera.
Mas mude tudo, o que tudo mudar,
Eu cá estarei, até velhinha,
Só para o amar.
Parabéns meu rapaz, meu amor.
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