quarta-feira, 8 de novembro de 2017

À árvore da vergonha.


Quando, ainda em Portugal, falávamos sobre novos amigos, nova escola, novas experiências, a MT dizia-me que, por não saber falar inglês, nem conhecer ninguém, iria procurar uma árvore, encostar-se nela e não falaria com ninguém. Reconheci-lhe logo o feitio torcido, mas igualmente a sua doçura e destreza inata, para conquistar pessoas. Talvez fosse apenas o meu desejo de mãe a querer antecipar-lhe o conforto, mas consegui visualizá-la na árvore, porém rodeada de amigos, purpurinas nas mãos e unicórnios fingidos no ar.

Passaram três meses de novo país, cerca de dois meses de nova escola. Entra no carro de sorriso rasgado, cheia de planos para o seu “playdate”, com uma das sua novas amigas.

Acho que a árvore da vergonha, afinal, vai sentir a sua falta.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Uma doçura de Halloween.



O Halloween nunca me seduziu. Sou das poucas pessoas que não passou parte da adolescência a ver filmes de terror, e a vibrar com a adrenalina do medo. Sou do clube da paz, tranquilidade e alegria. Vá, confesso que vi o "Entrevista com o Vampiro", mas aí valores mais  Brad elevados Pitt se impunham, se é que me faço entender. Mas terá sido o mais longe que fui na senda do sombrio.

Não muito tempo depois de termos chegado aos EUA, as montras cobriram-se de, ora abóboras sinistras, ora caveiras sangrentas. Sabia que dificilmente me seduziriam, e a minha veia mais consumista estaria perfeitamente protegida. Era esperar que passasse.

Entretanto a minha rua começou, gradualmente, a iluminar-se à noite. As decorações tão criativas, algumas interactivas começaram a despertar-me alguma curiosidade. Penso mesmo que, até mais do que os artefactos em si, era ver o brio e empenho que a comunidade incutia no décor de cada casa, loja e rua. Depois, começaram a chegar os trabalhos escolares relacionados com a temática, os convites para actividades familiares e, naturalmente, não me interessaria privar as crianças destes momentos de interação social. Sou muito devota ao meu país, mas também sou defensora de que, em país (ou mesmo casa) alheio, devemos ter a educação de respeitar as suas tradições e, dentro do possível, esforçarmos-nos por nos integrar nas mesmas (assim não vão estas contra os nossos principios).

O mês de Outubro estava prestes a terminar, e já eu tinha dois fantasmas à entrada de casa. T-.shirts decoradas. Bolachas no forno, sob a forma de esqueletos.
Halloween -1, Mãe - 0. Certo.

No dia 31, toda a comunidade se preparava para a grande noite. As crianças chegaram da escola e saltaram lanche, desenhos animados e bolas, para se comporem para a efeméride. Cada um com o seu disfarce preferido, afinal nem só de bruxas e zombies conta a história do Halloween americano, é uma festa de máscaras, e todas são bem-vindas. Os baldes de Treats preparados para adoçar os sustos que nos batessem à porta. As piadas decoradas para quem lhes pedisse um Trick. As luzes da entrada ligaram-se, código de consentimento em como estaríamos disponíveis para a festa.



Às 18h30, saímos para a rua. O bairro enchia-se de crianças que batiam às portas, enquanto os pais, sem enterferir na sua missão de colecionar doces, as vigiavam, uns metros atrás. Os vizinhos vinham para os jardins, acendiam fogueiras para acolher as crianças com mais luz e calor. E assim começava, no bairro, um desfile de máscaras, luzes, música mas, sobretudo, de convívio. Os mais idosos (muitas vezes já a morar sozinhos), eram os que mais empenho demonstravam na recepção, como que se esperassem há muito, na sua solidão, por este momento de alegria e partilha com a frescura infantil, talvez já esquecida. Faziam perguntas, elogiavam as máscaras, mostravam a bonecada interactiva, numa tentativa de fazer perdurar aquele momento de convívio, e finalizavam com  a retribuição em doces, canetas e autocolantes. Despediam-se, com olhos abrilhantados por uma denunciada saudade do passado.



O passeio pelo nosso bairro continuava e o "Trick or Treat" dava lugar às apresentações e às boas-vindas ao bairro. Ao mesmo tempo que as crianças queriam andar pela rua a explorar a animação de cada casa, também ansiavam por voltar à sua, e experimentar o lado de dentro da porta, o de receber a visita e retribuir com o melhor que conseguiram colocar em cada saco, que prepararam para a ocasião.

Por volta das 22h, as luzes das entradas de casa apagaram-se e a música parou. As pinturas faciais eram limpas, e os disfarces davam lugar aos pijamas. Na mesa de cabeçeira, um cesto-abóbora repleto de doçuras e brindes, de uma noite de diversão, há cerca de um mês a ser celebrada. Uma espécie de Natal anunciado.

As abóboras recortadas vão então servir de alimento aos animais, os fantasmas voltaram a dormir na garagem. As luzes vão agora dar lugar a outras. O sentimento de consumismo despropositado, de celebrações tontas sem propósito ou tradição, foi aqui arrumado e deu lugar ao carinho por uma festa que celebra, sobretudo, o convívio comunitário e onde, cada um, dá o seu melhor para adoçar o próximo.

Aprendi, uma vez mais, que não devemos julgar o que desconhecemos. Podemos não apreciar, mas nunca devemos julgar, sem experimentar. Basta, muitas vezes, mudar o cenário das nossas vidas, para que o enredo faça sentido.

Posso, agora em jeito de uma nova verdade para mim, dizer que foi uma doçura de Halloween.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Dezena da minha Vida.




Parabéns
, minha dezena mais querida de vida.
Hoje, neste marco importante das nossas vidas, tenho a dizer-te, meu filho:

- Agora que já não prestas atenção ao que te digo, eu gosto de ti;
- Agora que aumentas o volume do Michael (Jackson), para teres a desculpa de não me ouvires, eu gosto de ti;
- Agora que ainda me dás a face para receber o beijinho da despedida, mas já não retribuis com o teu, gosto de ti;
- Agora que chegas à mesa e só desdenhas o jantar que passei horas a fazer, gosto de ti;
- Agora que fazes eco das minhas repreensões e danças quando viro costas (sim, as mães sabem sempre o que se passa, mesmo de costas), gosto de ti. 

Sei que acabaste de entrar numa fase exigente para ti, que tentas testar limites, desafiar regras e, sobretudo, tentas impor a tua dezena de vida e os direitos adquiridos. Isso pode, muitas vezes, transformar-me num dinossauro aterrador, num Hulk intragável e no pior dos goblins dos teus jogos mas, adivinha meu Amor, mesmo nos nossos mais dificeis desafios, eu gosto de ti. E cada dia gosto mais. É o super poder das mães, o irrevogavel e incondicional poder de amar.

Força para esta nova era. Vou estar sempre aqui, e sempre a gostar cada vez mais de ti.
Mãe.

sábado, 23 de setembro de 2017

7. De amor cor-de-rosa.


Parabéns minha querida. 
E obrigada.
O aniversário foi teu, mas foste tu quem me presenteou. A tua frescura, alegria e doçura, neste dia em que o coração chamava mais pela saudade. A festa habitual cheia de familia e amigos, não aconteceu. E sei que as supresas improvisadas, que já não esperavas, te deixaram feliz, ainda que não disfarcem a memória das rotinas deste dia. A vida é assim, meu Amor, quase sempre imperfeita ou incompleta, mas carregada de muitos pequenos momentos perfeitos.
A tua súmula "I love you more and more", para um dia bonito mas incompleto, foi o meu presente, neste dia que é teu.
E eu amo-te mais. E mais. E mais.
Mamã.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Às vezes, mudar de vida.



Fomos só ali aos EUA, morar durante uma temporada. Já voltamos, sim?

*Sabemos que não nos despedimos, mas assim é melhor. Guardem os abraços e os beijinhos que ficaram por dar, para quando for para aí voltar. Os reencontros sabem bem melhor que as despedidas!

Até já!

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

9 anos, de meu Rapaz.




Um dia, tudo mudou.
O amor arrebatou-me. Assim chegou o meu rapaz, arrebatador. 
Sei-o de cor, como ele sabe o meu amor.
É cada vez mais seu, e do mundo que o espera.
Mas mude tudo, o que tudo mudar, 
Eu cá estarei, até velhinha, 
Só para o amar.

Parabéns meu rapaz, meu amor.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Amor cor-de-rosa da sua Mãe.


Era uma vez uma Princesa.
Com olhos em coração, 
Pele de algodão,
E cheirinho a framboesa.

Chegou em Setembro, 23.
E, do Verão, quente Outono fez.
Trouxe o quentinho das mantas de lã,
E brincalhonas cores, pela manhã.

Aconchegou-nos com mimos bebé.
Sarapintou o nosso reino de rosa.
Hoje abraça-nos em pontas de ballet.
E também embica, amuada mas formosa.

Vive num mundo só dela,
Onde vozinhas cantam,
Mãozinhas se enlaçam,
Enquanto rodopios faz ela.

Era uma vez uma Princesa.
Que podia ser magia da Disney,
Tamanha sua doçura e delicadeza!
Mas não.
Veio de minha barriga, mesmo.
A minha doce, Maria Teresa.

Parabéns,
amor cor-de-rosa da sua mãe!

sábado, 19 de outubro de 2013

A grande Primeira Caçada.


E, depois de uma noite espectacular para uma Mãe de primeira viagem de Escuteiro campista (cheia de trovoada, chuva e vento) e que me invadiu o espírito de relax (NOT!)... lá vão eles!

Pequeninos, carregadinhos, mas cheios de vontade de procurar aventuras, atear fogueiras e vingar nesta primeira grande Caçada!

O autocarro partiu e ouviu-se um silêncio sepulcral entre Pais e Mães, quase se viam os corações a rebentarem o peito e voarem atrás das crias que, entusiasticamente, acenavam pelo vidro.

Até amanhã, o relógio e o telefone serão os exclusivos alvos da nossa atenção.

Boa Caçada, meu Lobito querido!
A Mãe "Loba".

terça-feira, 15 de outubro de 2013

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Dia Especial.



"Querido, hoje é um dia especial", foi esta a frase que acompanhou os beijinhos desta manhã.

Depois de tantas voltas e reviravoltas com o sistema, finalmente o meu rapaz se estreia no 1º Ciclo. Marcadas as canetas, etiquetados os livros, arrumada a mochila e um menino ansioso por rever os amigos e aprender a ler.

Só depois de o ver sentadinho, numa secretária individual, numa sala sem brinquedos, a ouvir uma professora a enunciar regras, e não a distribuir peluches, é que me apercebi que, embora tão pequenino ainda seja para mim, o quão crescido está.

Bom "dia especial", meu querido.

Scouts e uma Mãe em Socorro.


E, ao 2º dia de Escuteiros, chega o anúncio do primeiro acampamento.
Ele está entusiasmadíssimo. 
Eu estou a precisar de apoio psicológico.

Muita calma nesta hora, agora que me tornei mãe de um escuteiro. Chamam-se Mães de Escuteiros à recepção, para me prestarem apoio sff.

sábado, 28 de setembro de 2013

Ela diz.


"Coisas" que a oiço dizer, neste preciso momento:

- "O Papá é uma vaca..." (Glup!...)
- "Está um 'monsto 'amalelo a fazer xixi no 'quato"
- "Mamã, és 'uinda, fofinha e pinchêja" 

A exigente Second Life, e um Salame.

O Facebook tem andado desligado, porque tenho tido necessidade de andar ligada a muitas outras coisas. A realidade é que a manutenção de uma página FB/Blog (no meu caso, duas!), exige muito de nós, e quando afazeres superiores se impõem, confesso que a actividade virtual é a primeira da qual abdico. Sentem o mesmo? Que esta second life da modernidade, exige quase tanto como a real? São amizades que se criam, e que há que preservar, são muitas páginas a visitar e a deixar feedback, por gosto, por cortesia, são mensagens por responder, enfim, é toda uma rotina que se ganha e que nos consome muito tempo.

Mas volto, mais cedo ou mais tarde, acabo sempre por voltar (e cá estou!), porém, sempre que queiram saber de mim, é mais fácil encontrarem-me na vida real, do que aqui :-).

E hoje deixo-vos com um "Simplesmente Salame de Chocolate", que eu e ele fizemos ontem ao final do dia.
Espero que gostem!
Bom fim-de-semana!

Simplesmente, "Salame de Chocolate"


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

"Querida, mudei-te o guarda-roupa" #11


E eu que sempre pensei ter só rapazes, que temia os cor-de-rosa, os lacinhos e as "Kitty's", ando agora a criar roupa para uma boneca tão coquette, feminina, delicada e vaidosinha, cheia de padrões vintage e com acento nos bordados inglês.

Aqui me confesso, tornei-me uma pirosa do pior.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Filhos Condicionais.


A escola deve ser um espaço de respeito pelas crianças. De zelo pelo seu bem-estar, pela sua integridade e felicidade. Na escola transmite-se conhecimento e ensina-se ética. Aprende-se a ler e a contar, assim como, a respeitar as diferenças de raça, de classe e de género.

Passar todo o período de férias sem saber o que lhes reserva o futuro próximo escolar. Se ingressam (como é suposto) no 1º ciclo, ou se se mantêm no pré-escolar (como não é suposto), ou se sequer, ingressam. Finalmente, a uma semana do inicio das aulas, definir-se um cenário. Mas, na véspera do início das aulas, afinal, alterar-se. Este rodopio emocional, não faz parte (ou, não devia) das cartilhas.

Então, no dia de inicio de aulas, no dia em que as crianças acordam com um nó na barriga, que exibem as mochilas novas e o material novo, que anseiam por conhecer os novos professores e colegas, a nova sala, cujo coração bate a mil, as mãozinhas tremem e os olhos brilham de excitação e igualmente de choro escondido pelo medo do desconhecido - neste dia - hoje - não tínhamos (não temos), certezas sobre o futuro escolar próximo do meu filho. E ele não percebe porquê. Para já, mantém-se no pré-escolar, mas com forte probabilidade de ser chamado entretanto (sem previsão de data) para integrar o 1º ciclo.

E explicar-lhe isto? E ajudá-lo a responder quando o questionam "Já vais para a escola dos crescidos?", "Ainda ficas com os pequeninos?", "Ainda não sabem?!?". E tudo porque, tanto ele, como ela, são "Alunos Condicionais", condicionados pela sua data de nascimento, e ficam sujeitos às vagas de última hora. Também eu fui "Aluna Condicional" e  também eu sempre estudei no Ensino Público, mas, na minha altura, não se viviam tempos de desorganização sistémica e caos socio-económico-político, como hoje, em que os valores que devem ser transmitidos na e pela escola, começam a ser beliscados seriamente pelo desnorteio que se vive no país.

Neste momento tenho duas mochilas, para a mesma criança, à espera de serem usadas. Uma para o Pré-escolar e outra para o 1º Ciclo. E uma cabecinha que precisa de ancorar.
Existem escolas para estes alunos "condicionais". Existem salas de aula. Existem Professores competentes à sua espera. Existem projectos educativos brilhantes. Mas começam a não existir valores, parece-me, que dêem à Educação o valor que realmente tem.

Desabafa a Mãe de dois filhos "condicionais", que tiveram o azar de nascer em Setembro e Outubro, num país à beira de um ataque de nervos.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Personagens dos abraços.


Anunciam-se dias difíceis, os do regresso às aulas.
Ele, o meu Batman, já está mais conformado. É mais reservado e não se predispõe a grandes birras, mas sei-o de cor, e sei como aquele coraçãozinho está ansioso.
Ela, a minha Doutora Brinquedos, tenta sedutoramente convencer-me que ficará comigo, que não irá para a escolinha nova. Ela, de tradição de colo, e de choro fácil, permite-me adivinhar próximas trovoadas emocionais.

Sei que me desejariam levar com eles, dentro da mochila, ou bem enroscadinha na palma das suas mãos, mas o crescimento a esta separação obriga. E custa (custa que se farta, sobretudo nos primeiros dias), mas faz bem. A todos. E torna o reencontro de cada dia, o melhor momento dos dias.

Como não me levam, levarão nos primeiros dias, aconchegadinhas nas suas mochilas, as mascotes que lhes fiz (a pedido do MM). Cada ponto dado, é um abraço meu.

E é assim que quero que se sintam sempre, sobretudo nos dias mais difíceis, muito abracadinhos por mim. Porque nós, Mães, nestes dias conseguimos reinventar todo o tipo de canal de comunicação para confortar-mos os nossos filhos. Desta vez, eu estarei a abraçá-los através de um Batman e de uma Doutora Brinquedos. E serei todas as personagens que a vida me reservar, assim seja necessário.

Bom regresso às aulas, meus amores!

*Foi este o resultado do molde que vos mostrei ontem.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Pedido prioritário.


Encomenda feita pelo meu filho.
E parou tudo, claro! Visto ele nunca me pedir nada relacionado com costura, tive evidentemente que lhe dar prioridade.

Alguém adivinha o que vai sair daqui?

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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Pequenos Ourives.



Pequenos Ourives, tenho em casa.
Aliás, Ourives, Pasteleiros, Costureiros, Pintores, Desportistas, Dançarinos.... E uma Mãe a esgotar o plano de ocupações para Férias da pequenada!

Este foi o resultado da tarde de ontem!

Queridas amigas especialistas em bijuteria, se abrirem processo de recrutamento, encaminho-vos estes mini (mas muito trabalhadores!) - candidatos!

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Está na hora de voltarmos ao despertador.


Estes últimos dias de férias (das crianças) começam a ser extenuantes. Apesar de ambos reiterarem que "não lhes apetece ainda" voltar à escola e que querem "continuar em casa com a Mamã", é evidente e crescente a falta da rotina dos horários, das actividades escolares e do convívio com os colegas. Cada dia que passa exigem mais de mim. Mais atenção, mais criatividade e mais    exclusividade.

Ao mesmo tempo que o meu coração se vai encolhendo, ao antever os choros, as birras, os braços esticados para as minhas costas voltadas, dos primeiros dias de escola, a minha cabeça entende que está na hora de pôr termo às férias. 

Hoje dedicámos a tarde a fazer bijuteria. 
E hoje, o relógio marca 02h15 e ainda estou a avaliar currículos e a responder a fornecedores.

Está na hora, meus queridos, de voltarem à escola. 

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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Os novos "Super-Heróis"


Cá em casa vivem seres com poderes especiais.
Ela, a Chuca-Lolóia. O mano, o Chuca-Lolóio.

E não, ainda não fui capaz de a corrigir, adoro esta versão fonética de Super-Heróis.



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